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BOM GARFO

Na minha cozinha... Simples e experimental... Colorida e divertida... Nascem sabores para degustar, para alegrar a família e os amigos... e para partilhar com quem seja Bom Garfo:)


Quarta-feira, 20.02.19

Para meter o garfo e a colher 2

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por Bom Garfo

Segunda-feira, 18.02.19

Pavlova de frutos vermelhos, chantilly e doce de ovos

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E como o prometido é devido, continuo a publicar as receitas do meu Dia dos Namorados...

A Pavlova - doce feito com base de suspiro, coberto com chantilly e/ou doce de ovos, chocolate, frutas, etc., tudo o que nos apetecer - está na moda. Entram-nos pavlovas pelos olhos adentro nas revistas, nos programas televisivos de culinária e até nos blogs. Eu gosto de suspiros mas, confesso, não me fazem suspirar o suficiente para engordar. Contudo, noutro dia, num lanchinho com amigas, acabei a escolher uma fatia de bolo "Pavlova" e admito... Rendi-me! Só me apetecia comer o bolo todo!!!! Foi um esforço ficar-me só pela fatia, foi mesmo precisa muita força de vontade. Percebi porque as pavlovas estão por todo o lado: são uma combinação genial, caramba! Tão leves, doces q.b., desfazem-se na boca... Hum, são um pedaço do céu na boca... Assim sendo, quis dar o paraíso ao "namorado"! Fui amorosa! E consegui, ele ficou com o palato no céu com esta Pavlova recheada com chantilly, doce de ovos, morangos, framboesas, amoras e mirtilos !!! Ele e os rebentos... claro!

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INGREDIENTES

Para a massa de suspiro:

4 claras de ovos xl

220 g de açúcar

2 c de chá de farinha maisena

2 c de chá de vinagre de vinho branco

papel vegetal e compasso

Para o recheio e cobertura:

doce de ovos q.b (aproveitei as gemas, até porque estraguei alguns ovos até acertar na pavlova e fiz este cuja receita podem ver aqui https://bomgarfo.blogs.sapo.pt/doce-de-ovos-para-cobertura-ou-recheio-52989...)

*2 pacotinhos de natas (=400 ml)

*5 c de sopa de açúcar

*2 folhas de gelatina incolor

*1 c de chá de baunilha

morangos, framboesas, mirtilos e amoras q.b.

raspas de chocolate negro q.b.

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PREPARAÇÃO

Comecei por desenhar um círculo com um diâmetro de 24 cm numa folha de papel vegetal. Coloquei a folha (com o lado do desenho para baixo) num tabuleiro. Reservei.

Pré-aqueci o forno a 150ºC, bastou-me quando comecei a fazer a massa de suspiro.

Bati as claras em castelo até ficarem firmes e depois adicionei, colher de sopa a colher de sopa, o açúcar, sem nunca parar de bater, até obter um merengue espesso e brilhante. De seguida, desliguei a batedeira. Acrescentei o vinagre e a farinha e envolvi bem com a colher de pau, em gestos suaves de baixo para cima. Não mexi demasiado.

Verti a massa, com o formato de um monte, dentro do desenho do círculo, de modo a preencher o dito. Depois, muito gentilmente, com uma espátula, cavei um pouco o centro, como se estivesse a construir um ninho. Um ninho que, mais tarde, iria rechear com coisas boas e doces!!!

Levei, com muita fé, a massa de suspiro ao forno. Coloquei-a no meio (é um meio ligeiramente mais abaixo) do forno, o mesmo sítio em que sempre coloco os bolos.

Como o meu forno só começa nos 150ºC e aquece bem, pelos vistos, pus-lhe uma colher de pau na porta, e deixei cozer a bela Pavlova durante 1h30m. Chegado esse momento, simplesmente desliguei o forno. Não abri mais a porta do que estava nem fechei, durante algumas 5 horas, até estar super arrefecida. A ideia é a Pavlova ficar bem sequinha, crocante por fora e cremosa por dentro e foi exatamente o que obtive! Uma Pavlova branquinha como a neve!

Depois disso ter acontecido, tratei do doce de ovos. Podem ver a receita aqui (https://bomgarfo.blogs.sapo.pt/doce-de-ovos-para-cobertura-ou-recheio-52989).

E fiz o chantilly, batendo as natas, quando essas já estavam meio firmes adicionei o açúcar e baunilha e bati até obter a espessura esperada. 

De seguida, transferi a Pavlova para um prato de servir e comecei a recheá-la, vertendo colheradas (quase de forma artística, como se estivesse a pintar um quadro) de doce de ovos (só pouco mais de metade do doce que calculei utilizar). Reservei o restante, por instantes. Agarrei no chantilly e "despejei-o" literalmente (mas com cuidado, suavemente) por cima. Já tinha cortado os morangos em pedaços antes, assim, salpiquei toda a Pavlova com eles... até que chegou a vez das amoras, dos mirtilos e das framboesas... Voltei a "salpicar" a Pavlova com colheradas artísticas de doce de ovos e, por último, com umas raspinhas pequeninas de chocolate negro, que fiz com um descascador numa tablete daquelas de culinária (o equivalente, provavelmente a dois quadrados). 

Servi, orgulhosamente!!! Apaixonadamente, se preferirem...

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NOTA IMPORTANTE: As pavlovas são fáceis e simples de fazer mas nem sempre resultam. E o problema até pode não ser nosso, mas do nosso forno. Já explico... Elas têm que ser cozidas a uma temperatura bem baixa e existem fornos - como o meu - que não conseguem descer tanto (o meu começa nos 150ºC) e também outros tantos que podem estar desregulados. Nunca temos a certeza. Eu só acertei à terceira vez! Não estou nada arrependida de ter sido teimosa como boa taurina que sou! Desta vez a teimosia deu pavlovas! É que meti na cabeça que era isto que me apetecia fazer e dali não saí... Ahahaha! Ok, eu pus o forno a 150ºC como mandam a maioria das receitas mas não funcionou... Da primeira vez, o forno desligou-se sozinho, sem mais nem menos, ele tem essa mania, e lá foi a Pavlova para o lixo, desmoronada... Da segunda vez, o forno aguentou-se mas passado 20 minutos, pelo vidro, percebi que ela estava a perder o formato... Até que lá tive que a deitar para o lixo também, liquidificada... E agora qual foi o problema? Fiz tudo bem! Pré-aqueci o forno a 180ºC e baixei para 150ºC quando lá a coloquei... Então, cheguei rapidamente à conclusão que ele deve ser mais quente do que parece... além disso, descobri que as senhoras mais idosas diziam que os suspiros deviam ser cozidos a 100ºC, então pensei que tinha que baixar mais a temperatura. Pré-aqueci o forno a 150ºC em vez de a 180ºC (e por menos tempo), e como o mínimo do meu forno é exatamente essa temperatura, coloquei a Pavlova a cozer assim, mas pus uma colher de pau na porta do forno, para que perdesse calor. E a magia fez-se! Depois, já sabem, cozem a dita por 1h30m e desligam o forno mas não o abrem, nem a tirem de lá por horas. Qualquer variação brusca de temperatura irá arruiná-la. Ou seja, a Pavlova tem que arrefecer completamente no forno! Por isso, muitas pessoas as fazem de noite e só abrem o forno no dia seguinte... Ou então de manhã e só a tiram à tarde, se for para servir num jantar... Ficou maravilhosa! Agora, posso fazer todas as pavlovas que tenho na cabeça... 

* Fiz o chantilly com 2 pacotinhos de natas, açúcar e 2 folhas de gelatina, mas para a próxima vou fazer com 1 pacote de natas e 1 embalagem de queijo mascarpone, as 5 c de sopa de açúcar e a c de chá de baunilha (que é um creme que já fiz várias vezes e acho que fica com uma consistência melhor para a Pavlova)

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por Bom Garfo

Domingo, 17.02.19

Lombos de bacalhau fresco com camarão e alho

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Vamos lá às receitas da minha "ementa" do Dia de São Valentim...

Como a sobremesa seria suficientemente gulosa, optei por fazer algo mais leve como prato principal. Assim, decidi-me por uns lombinhos de bacalhau fresco com gambas e alho. Super rápidos, super saborosos e leves. Acompanhei com batatinha no forno, couve coração de boi e couve galega migada. Isto, porque o filho do meio adora couve coração de boi e a filha mais velha gosta imenso da couve galega, e eu quis agradar aos meus "mais que tudo"! As batatinhas sabem sempre bem, obviamente... Ficaram deliciosos, hum...

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INGREDIENTES

1 lombinho de bacalhau fresco por pessoa

5 camarões por pessoa

azeite, sal e pimenta q.b.

coentros em especiaria q.b.

2 dentes de alho + 2 ou 3 dentes de alho (consoante a quantidade de camarões)

1 colher de sopa (aproximadamente) de manteiga

sumo de limão q.b

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PREPARAÇÃO

Numa frigideira com um fio de azeite e 2 dentes de alho inteiros e descascados, leve ao lume os lombinhos de bacalhau temperados com pimenta preta moída na hora e pouco (quase nenhum sal). Passe-os cerca de 2 minutos de cada lado, ou o tempo que lhe parecer necessário de acordo com o tamanho e altura de cada lombinho. Findo este processo, retire do lume. Escorra-os bem do fio de azeite e coloque numa travessa de servir. Reserve.

Noutra frigideira, ou na mesma, depois de a ter limpo e de se ter livrado dos dentes de alho... leve ao lume a manteiga, um fiozinho pequeno de azeite e os restantes dentes de alho picados em pedaços médios. Junte os camarões descascados (eu usei camarões previamente cozidos) e salteie rapidamente, só até ganharem uma tonalidade mais alaranjada. Logo no início, quando os colocar na frigideira, tempere-os com uma pitada de sal. Perto do final, acrescente algum sumo de limão a gosto. Polvilhe-os com coentros. Retire do lume e verta por cima dos lombinhos de bacalhau.

Este é um prato que em 15 minutos está feito e tem um aspecto muito bonito.

No meu caso, servi com batatinhas pré-cozidas e terminadas no forno com tomilho, com couve coração de boi cozida e com couve galega salteada. Mas até pode servir apenas com uma simples salada de alface e tomate, vai ficar muito bem.

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por Bom Garfo

Domingo, 17.02.19

O jantar do Dia dos Namorados de 2019

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Então, tal como prometido, aqui vos conto o que fiz para "comemorar" o Dia dos Namorados de 2019... Foi em casa, a cinco (nós e os três filhotes) e preparei um jantar simples mas sobroso e bonito, que terminou com uma gulosa Pavlova... Pavlova essa em que coloquei dois chupas de chocolate negro com formato de coração, para tornar a "coisa" mais lamechas... E para os miúdos se sentirem incluídos (afinal eles são fruto de anos e anos de "namoro"), também lhes arranjei três chupas com formato de coração mas feitos com chocolate de leite... E? E correu muito bem, tal como o esperado. E, se Deus quiser, para o ano há mais!

Já posto as receitas de seguida...

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por Bom Garfo

Sábado, 16.02.19

Doce de ovos para cobertura ou recheio

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 Aqui fica a receita do creme de doce de ovos que tanto serve para cobertura e recheio de bolos como para complemento de outros doces que se comem à colher. Pode adaptar a receita, em termos de quantidades, às vossas necessidades.

Uma delícia...

 

INGREDIENTES

6 gemas grandes

150 ml de água

125 gr de açúcar

1 colher de chá de baunilha

 

PREPARAÇÃO

Levar ao lume a água com o açúcar, até ficar tudo diluído e fazer bolhinhas. Ou seja até atingir o ponto de pérola forte, o que deve acontecer após ter entrado em ebulição e fervido durante 5 minutos, mais ou menos.

Apagar o lume.

Deixar arrefecer quase por completo.

À parte, bater as gemas.

Levar tudo junto (a água açucarada e as gemas) novamente ao lume (brando), até começar a engrossar. Sempre a mexer!

Apagar o lume.

Juntar a baunilha e mexer. 

Pronto!

Aplique o doce onde desejar, em bolos, em sobremesas...

Para fazer quantidades maiores, basta aumentar a receita, "basta fazer as contas".

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por Bom Garfo

Quinta-feira, 14.02.19

Ideias giras para degustar no Dia dos Namorados 2019

Como sabem, não é que ligue por aí além ao Dia dos Namorados... Já não vou em grandes consumismos. Mas também não sou daquelas pessoas com aversão a datas impostas. Como em tudo na vida, tento encontrar-lhes algum significado positivo, portanto sinto que estou de bem com as ditas datas! Aproveito-as, quanto mais não seja, para um miminho extra. Neste caso particular, a celebração do Dia de São Valentim cá por casa passa apenas por uma brincadeirinha gastronómica, até porque as crianças acham piada. Ainda não tenho a certeza do que vou fazer logo (depois conto-vos ou mostro-vos) mas encontrei na net estas ideias giras! Umas são mesmo super fáceis, para quem não tiver tempo ou muitos ingredientes... !!!   Outras ainda são mais fáceis, e para quem esteja a passar a data num sítio frio ou num sítio quente! De qualquer modo, são ideias amorosas para todo o ano, para quem se sinta apaixonado(a) e queira mimar a cara metade. Inspire-se                   namorados-saudáveis.jpg

Ideias bonitas com simples peças de fruta. Práticas e saudáveis!

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Ideias para um lanchinho, um pouco mais requintado...

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Ideias para uma sobremesa...

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Sem nada na dispensa? Sem tempo? E que tal apenas esta brincadeira engraçada?

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Ideias com o que fazemos no dia a dia... outra brincadeira amorosa!

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Ideias para beber...

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por Bom Garfo

Terça-feira, 12.02.19

Couve chinesa com cogumelos

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Já devem ter reparado que ando numa fase de receitas de "acompanhamento". Na verdade, os acompanhamentos são desvalorizados e não o deviam ser! Mudam completamente um prato. Sejamos realistas, não andamos todos os dias a fazer comidas muito complicadas ou com aspecto de restaurante! E isso nada tem de mal, muito pelo contrário. A simplicidade é, igualmente, boa. E até benéfica, em certos casos! Quem não gosta de algo mais elaborado num dia especial?! Pois é, se todos os dias fossem "especiais" era uma canseira e deixavamos de ter a noção dos dias que o são. Ok, então andamos a comer bifes, hamburgers, espetadas, pescada cozida na maior parte do tempo. E soa sempre ao mesmo. Confesso que me farto rapidamente da monotonia, de qualquer monotonia. Assim, tenho tentado variar nos acompanhamentos. É uma boa solução para dar logo outro "arzinho de graça" à nossa rotina, mas sem complicar muito! Aqui fica algo verde, saudável, rápido e delicioso... Couve chinesa com bróculos e cogumelos!  Serve para acompanhar carne ou peixe, para único acompanhamento ou para ajudar o arroz (por acaso o destas fotos é integral) a desempenhar esse papel. 

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INGREDIENTES

2 couves chinesas (daquelas que parecem mais "normais" e que são mais baratas)

1embalagem de cogumelos portobello frescos 

1 embalagem de cogumelos shitake frescos (se não houver, utilizem cogumelos brancos, o interessante é misturarem duas qualidades diferentes)

500 g de bróculos ou 1 saco de bróculos congelados

1cebola grande ou 2 pequenas

1a 2 dentes de alho (ou alho em pó)

1 fio de azeite

sumo de limão a gosto

pimenta q.b.

molho de soja q.b

 

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PREPARAÇÃO

Comece por lavar bem a couve, escorrê-la e cortá-la em pedaços médios (não demasiado pequenos, porque encolhe bastante depois de cozinhada). Leve-a  ao lume (brando) numa frigideira, com um fio de azeite e os dentes de alho picados (se tiver optado pelos frescos). Vá mexendo de vez em quando. Ela cozinha muito rápido, não precisa de ser cozida em água. É mesmo muito tenrinha!

Entretanto, arranje os cogumelos (lave-os muito bem, escorra-os e corte-os em pedaços médios). Reserve.

Dê um jeito à cebola, também. Descasque-a e corte-a em pedaços grandinhos, tipo gomos. Reserve.

Se usar bróculos frescos, convém que os semi-coza previamente. Neste caso, admito que prefiro usar os congelados, tornam-se mais práticos.

Voltando à frigideira, tempere a couve com umas pitadas de pimenta (não use sal, porque não é necessário) e adicione os bróculos e os cogumelos. Vá mexendo, envolvendo. Vai reparar que ganhou água. Quando os ingredientes estiverem quase cozinhados ao seu gosto (pessoalmente, gosto deles assim um pouco mais crocantes), escorra a água. Tempere com o sumo de limão e junte a cebola. A cebola está no ponto quando começar a querer ficar translúcida, mas antes de lá chegar. Não queremos cebola mole, apenas macia!

Veja se tem muito líquido, se tiver volte a escorrer. Queremos o preparado sequinho! E, por último, adicione, molho de soja (por isso não precisar de sal antes) e envolva bem. Mude para uma taça ou travessa de servir. Prontinho!

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por Bom Garfo

Domingo, 10.02.19

Salada de feijão verde e ovo

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Nem sei se estamos perante uma receita digna de blog mas vale pela ideia. Na verdade, vivemos numa altura, em que somos bombardeados por comida saborosa mas pouco saudável e ao mesmo tempo também somos incentivados a não comê-la e a optar por uma alimentação mais cuidada, privilegiando legumes e fruta. Para muitas pessoas, especialmente as que vivem na cidade, isso nem sempre parece muito fácil de levar a cabo. Tanto porque vivem numa correria e preparar legumes pode (à primeira vista) dar trabalho - mais do que comer fast food ou comida congelada -, como por falta de imaginação (sempre salada de alface e tomate... sempre bróculos quando é peixe cozido). Portanto, aqui fica mais uma ideia e muito simples mesmo, como se pode facilmente constatar. E uma ideia saudável, nutritiva e boa para adultos e crianças. Tanto acompanha peixe como carne, mas com uma douradinha feita em papelote... hum!

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INGREDIENTES

Cerca de 1 Kg de feijão verde

4 ovos

sal q.b.

1 fio de azeite

1 colher de sopa mal cheia de manteiga

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PREPARAÇÃO

Arranje o feijão verde: corte-lhe as pontas de ambos os lados, retire o fio de ambos os lados, lave e corte de pedaços a seu gosto.

Leve a cozer em água abundante, temperada com sal a gosto.

Coza igualmente os ovos. Confesso que costumo cozê-los numa panelinha à parte e que quando a água destes começa a ferver, desligo o lume e deixo-os ficar com tampa posta por 10 minutos. Depois, então, escorro a água e descasco-os debaixo de água fria da torneira. Reservo.

Quando o feijão estiver cozido (eu gosto dele assim um pouquinho "al dente"), retire do lume. Escorra. Transfira para uma taça e tempere com o fio de azeite e a manteiga. 

De seguida, corte os ovos cozidos em quartos no sentido vertical (ao alto) e disponha por cima do feijão.

Já está!

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por Bom Garfo

Sexta-feira, 08.02.19

Migas de couve com feijão frade

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Mais um acompanhamento saboroso, que combina com todas as estações do ano - até porque tanto pode ser servido quente como frio -, nutritivo, saudável e que adoro: couve portuguesa (ou galega) com feijão frade! Trata-se, na verdade, de uma espécie de migas, rápidas de fazer e que têm um sabor bem nacional. 

Estas couves acompanham maravilhosamente pratos de carne, como frango e porco. Ficam soberbas com umas espetadas ou com um entrecosto (como ilustro nas fotos). Contudo, também podem animar pratos de peixe, até uma insípida pescadinha cozida. 

Outro ponto a favor é dispensarem mais acompanhamentos de hidratos, como batatas ou arroz. Afinal, as couves com o feijão saciam bem o nosso apetite ... E depois das Festas, bem precisamos de compensar os excessos!  

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INGREDIENTES

2 sacos de couve portuguesa cortada para caldo verde (usei do Pingo Doce)

1 lata pequena de feijão frade (ou seco e previamente demolhado)

1 cebola pequena picada

1 dente de alho picado (ou alho em pó q.b.)

sumo de 1/2 limão

azeite q.b.

sal, pimenta e coentros frescos picados q.b.

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PREPARAÇÃO

Numa frigideira, com um fio de azeite, leve ao lume a couve cortada  como se fosse para fazer caldo verde (tipo em ripas). Já existem supermercados que oferecem este produto fresco em sacos, sendo muito útil para poupar tempo. Vá mexendo de vez em quando.

Entretanto, pique a cebola e reserve. 

Caso tenha optado pelo feijão frade de lata, lave-o muito bem, escorra-o e reserve. 

Quando a couve começar a mudar de cor, ou seja quando já for possível perceber que está a ficar cozinhada, junte o alho, tempere com sal e pimenta e volte a deixar cozinhar mais três minutos. De seguida, acrescente o feijão.

Se achar que está seca, pode acrescentar mais um pouco de azeite, mas não exagere para que também não fique demasiado molhada e gordurenta. 

Deite-lhe o sumo de limão, espremido na hora, e envolva bem. 

Quando estiver perto de estar cozinhada ao seu gosto, rectifique o tempero e adicione a cebola. Mexa carinhosamente, para que a cebola fique bem espalhada. A cebola não se quer cozinhada nem completamente crua, mas mais para o cru. Portanto, basta um ou dois minutos e está no ponto.

Termine com coentros frescos picados.

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por Bom Garfo

Quinta-feira, 07.02.19

Para meter o garfo e a colher 1

 

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Frases & Pensamentos curiosos, sábios e divertidos sobre a comida, o acto de comer e/ou aplicáveis aos referidos conceitos. 

"Dizeres" sobre culinária, gastronomia, filosofia da alimentação e degustação que me fizeram "comer com os olhos e com o cérebro".  Como sabem, gosto de cozinhar, de escrever, de pintar (não necessariamente por esta ordem ou por qualquer ordem) e de História... e também tenho uma "afición" por coisitas destas!  Assim, aqui fica o primeiro, para inaugurar a nova rubrica do blog, "Para meter o garfo e a colher"...

 

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por Bom Garfo

Terça-feira, 05.02.19

Salada de grão com legumes e caril

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Aqui está uma ideia para um acompanhamento saudável para um prato de carne, por exemplo para uns simples hamburgers grelhados ou para uns bifinhos de perú ou frango. Como o grão é muito nutritivo também dispensa perfeitamente mais acompanhamentos como arroz, batata... Esta salada, que pode servir morna ou completamente fria, e que também se adapta muito bem às diferentes estações do ano e até às mais diversas ocasiões (como um piquenique), é saborosa e tem um delicioso toque exótico por causa do caril.

Cá por casa, os miúdos gostam bastante e é uma boa forma de irmos variando os acompanhamentos e diversificando a alimentação.

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INGREDIENTES

2 latas grandes de grão (cerca de 1 kg)

1 cebola

1 pimento vermelho

2 dentes de alho picados (ou alho em pó)

1 tomate grandinho

1 lata de milho

coentros frescos picados q.b.

azeite, sal e pimenta q.b.

1 colher de chá de pimentão doce (especiaria)

2 colheres de chá de caril (ou a gosto)

uma espremidela de limão (a gosto)

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PREPARAÇÃO

Leve ao lume, numa frigideira, com um fio de azeite, o pimento cortado em tiras finas e pequenas/médias. Quando esse começar a amaciar, junte o alho e a cebola igualmente picados. Deixe alourar um pouco. Adicione o grão, previamente lavado e escorrido, e tempere com sal e pimenta. Deixe cozinhar por uns dois minutos. Tempere com o pimentão e o caril e envolva bem. 

De seguida, acrescente o milho (previamente lavado e escorrido) e o tomate partido em pequenos cubos. Não queremos o tomate demasiado cozinhado, pelo que não deixe cozinhar muito mais tempo.

Por último, a espremidela de limão (só tempero mesmo com uma pequena espremidela, para não ficar muito amargo, até porque levou caril). Quanto a temperos, acho mesmo que devemos temperar tudo ao nosso gosto, portanto... Nesse contexto, o mais importante é sugerirmos uma combinação boa, mas cada um tempera como preferir.

Mexa bem. 

Retire do lume e polvilhe com bastantes coentros frescos picados!

Sirva numa taça ou travessa. Esta é uma quantidade bastante razoável.

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por Bom Garfo

Domingo, 03.02.19

Bolo de mel com erva doce

Espero que tenham tido um Feliz Natal e uma passagem de Ano animada e com saúde. 

Bem sei que tenho andado ausente. Mas  regresso sempre! 

Vamos lá ao bolinho...

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Tempo frio e de chuva é o que temos tido nos últimos dias. Bem, afinal, estamos no Inverno... Confesso que gosto muito mais do calor do Verão mas estas temperaturas parecem chamar-nos para a cozinha! E foi o que fiz. Não resisti, apesar de andar a controlar os danos que a quadra natalícia fizeram à silhueta. Resultado: um simples bolo de mel e erva doce, muito perfumado e super fôfo! Combina na perfeição com uma chávena de chá ou de café e com o barulho da chuva a bater nos vidros da janela... Cá por casa todos apreciaram este pedaço de conforto.

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INGREDIENTES

4 ovos grandes

200 ml de mel

200 ml de azeite

170 gr de açúcar amarelo

200 gr de farinha

1 c de café (generosa) de canela

1 c de café (generosa) de erva doce (usei em pó)

1 pitada de sal

1 c de chá de fermento em pó

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PREPARAÇÃO

Comece por dividir as gemas das claras. Bata as claras em castelo e reserve.

Noutro recipiente, junte o açúcar e as gemas e bata.

Adicione o mel e o azeite e volte a bater.

Acrescente a canela, a erva doce e a pitada de sal. Mexa.

De seguida, introduza alternadamente a farinha e as claras, e vá sempre batendo.

Por último, o fermento.

Verta o preparado numa forma de buraco (a única dessas que tenho atualmente em casa é um pouco grande, por isso o bolo parece menos altinho), untada com azeite e polvilhada com farinha. Leve ao forno, a cerca de 180ºC (não mais, porque a cozedura a temperaturas não muito altas ajuda a obter uma textura mais macia) e coza até ganhar cor. Faça o teste do palito. A receita fala em aproximadamente 40 minutos mas o meu forno leva sempre um tempo significativo a mais, por isso o melhor é ficarem de olho.

Acho que foi dos bolos mais fôfos que fiz e aguenta-se assim por uns dias.

Aconselho mesmo a experimentar, é delicioso, dos meus bolos de mel favoritos.

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por Bom Garfo

Quinta-feira, 03.05.18

Papas de aveia com morangos

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Continuamos nas papas de aveia... Outra opção: com morangos! Igualmente agradável.

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INGREDIENTES

5 colheres de sopa de flocos de aveia

120 ml de água

120 ml de bebida de côco ou aveia (substitutos do leite, mas usem o que preferirem, o de côco é mais doce)

2 a 3 morangos

1 pitada de canela

1 colher de sobremesa de mel (facultativo)

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PREPARAÇÃO

Leve a água e o leite, juntos, num tachinho, ao lume. Quando estiverem bem quentes, pertinho de começar a ferver, adicione os flocos de aveia. Deixe-os cozinhar, vá mexendo para que não se peguem ao tacho. Quando o líquido tiver desaparecido quase todo, está quase.Mantenha o processo até a sua aveia adquirir uma textura cremosa ao seu gosto, o que de qualquer forma não deve acontecer antes de 8 a 10 minutos (pelo menos). Quando tal suceder, retire do lume. Polvilhe com canela, mexa e verta para a tigela. Se quiser, adicione o mel mas se optar por leite à base de côco não deve necessitar, já que ele é naturalmente adocicado. Mas isso quem decidirá será o seu palato!

Depois, é só dipôr os morangos previamente lavados e cortados em pedaços por cima... e saborear!

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por Bom Garfo

Quarta-feira, 02.05.18

Papas de aveia com abacaxi e côco

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Outra ideia para pequeno almoço ou lanche... Umas papas de aveia com fruta, com um saborzinho assim mais tropical! Confesso que não são as minhas favoritas mas é uma opção válida para variar.

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INGREDIENTES

5 colheres de sopa de flocos de aveia

120 ml de água

120 ml de bebida de côco (substituto do leite, mas usem o que preferirem)

3 pedaços de abacaxi ou ananás (usei abacaxi)

2 c de chá de côco ralado

1 pitada de canela

1 colher de sobremesa de mel (facultativo, não coloquei)

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PREPARAÇÃO

Leve a água e o leite, juntos, num tachinho, ao lume. Quando estiverem bem quentes, pertinho de começar a ferver, adicione os flocos de aveia. Deixe-os cozinhar, vá mexendo para que não se peguem ao tacho. Quando o líquido tiver desaparecido quase todo, está quase.Mantenha o processo até a sua aveia adquirir uma textura cremosa ao seu gosto, o que de qualquer forma não deve acontecer antes de 8 a 10 minutos (pelo menos). Quando tal suceder, retire do lume, envolva com 1 colher de chá de côco ralado e 1 pitada generosa de canela e mexa. Verta para a tigela. Se quiser, adicione o mel mas se optar por leite à base de côco não deve necessitar, já que ele é naturalmente adocicado. Mas isso quem decidirá será o seu palato!

Depois, é só dipôr o abacaxi cortado em pedaços por cima... e polvilhar com mais 1 colher de chá de côco. 

Ficam umas papas de aveia à "pinacolada":)

 

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por Bom Garfo

Segunda-feira, 30.04.18

Wraps de salmão fumado

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Já devem ter percebido que adoro salmão fumado... Pois!

Assim, aqui fica mais uma receita em que ele tem lugar de destaque. Esta é uma óptima ideia para uma refeição rápida, leve e fresca. 

Fazem-se depressa e comem-se ainda com mais "pressa"!!!! Humm...

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INGREDIENTES: (para cerca de 5 a 6 wraps)

Tortilhas de compra, já feitas (1 por wrap)

2 cenouras raladas

1 a 2 limões

1 pêra-abacate partida em fatias finas

1,5 embalagens de queijo creme de ervas (usei Filadelphia de ervas)

2 ou 3 ovos cozidos

salada verde e roxa q.b.

200 gr de salmão fumado

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PREPARAÇÃO

Untar cada tortilha generosamente com queijo creme. Dispôr por cima o salmão a gosto, depois a cenoura ralada temperada (ou marinada) com sumo de limão, fatias de pêra-abacate, folhas de alface verde e roxa e rodelas de ovo cozido. 

De seguida, enrolar cada wrap  e fechá-lo com queijo creme na borda, o qual vai funcionar como uma espécie de cola.

E estão prontos!

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por Bom Garfo

Sábado, 14.04.18

Arroz de ervilhas e cenoura

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Este é o arroz de ervilhas e cenoura que a minha avó sempre fazia para acompanhar panados de pescada ou bifinhos panados de perú ou vaca. E eu adorava desde pequenina!

E cá em casa faço o mesmo arroz a acompanhar as mesmas coisas. E para finalizar, com uma simples salada de tomate e alface, sabe tão bem... É um arroz muito simples e cuja forma de fazer serve de base para outros pratos até...

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INGREDIENTES

3 chávenas de arroz agulha (gosto de utilizar Cigala)

2 cenouras grandes

250 gr de ervilhas

1 cebola

1 a 2 dentes de alho (depende do tamanho)

sal e azeite q.b.

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PREPARAÇÃO

Corte cubinhos de cenoura pequenos e todos iguais. Pique alho e cebola e leve a refogar juntamente com os cubinhos de cenoura por 1 ou 2 minutos num fio de azeite. Acrescente o arroz, mexa bem por forma a que o arroz fique todo molhadinho no azeite (mas atenção, não ponha demasiado azeite!). Deixe alourar alguns minutos (não precisa de alourar tanto como no arroz da receita anterior), depois acrescente 5,5 chávenas de água (deveriam ser 6 mas como as ervilhas congeladas também contêm água, esta quantidade é suficiente), tempere com sal e tape a panela. Deve ficar a cozinhar mais uns 10 minutos (não gosto muito de dar tempos, porue na verdade também diferem um pouco com a qualidade do arroz usado e até com a altura do lume que colocam, portanto, isto será de forma arredondada). Acrescente as ervilhas, mexa. Rectifique o tempero. Deixe cozinhar até ficar pronto, sem líquido e soltinho.

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por Bom Garfo

Quinta-feira, 12.04.18

Arroz dourado

Este é o meu arroz preferido. Aprendi a fazê-lo com a minha avó. Cá em casa todos o adoram!

É simples e super saboroso.

Na verdade, é um arroz frito. Sabe quase a arroz de forno. É super soltinho, uma maravilha.

E este arroz também pode servir de base a outros arrozes, por exemplo se acrescentar cogumelos ou o que a sua imaginação ditar...

Aqui fica o arroz dourado da minha avó...

INGREDIENTES

3 chávenas de arroz agulha (costumo preferir o Cigala)

1 cebola média / grandinha

1 bom dente de alho

sal e azeite q.b

2,5 a 3 chávenas de água (depende se usaram muito azeite)

 

PREPARAÇÃO

Pique o alho e a cebola finamente, leve ao lume a começar a alourar 1 minuto com um fio de azeite. Acrescente o arroz (sem lavá-lo), mexa bem até ficar todo molhadinho pelo azeite. Mas, atenção: o azeite apenas deve ser utilizado numa quantidade que seja suficiente para envolver o arroz mas sem ficar com uma poça no fundo do tacho. Se achar que pôs azeite a mais depois corte um pouquinho na água (e o arroz poderá ficar mais oleoso)...

Continuando... Em lume brando, deixe o arroz ganhar uma tonalidade dourada, sempre com o cuidado de o ir mexendo para que a cebola e/ou o alho não se queimem. Quando o arroz alcançar essa cor, acrescente a água (de preferência bem quente) e tempere de sal. Vai borbulhar, mal deite a primeira chávena de água. Mexa. Tape e coloque o lume médio para o alto. Passados 5 minutos, reduza um pouco o lume.  Deixe cozinhar até o líquido se evaporar e ele estar cozido mas soltinho. No fim, depois do lume desligado, deixe repousar uns minutinhos.

 

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por Bom Garfo

Quarta-feira, 11.04.18

Papas de aveia com framboesas e mirtilos

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As minhas papas de aveia preferidas! Primeiro, porque adoro frutos vermelhos. Depois, porque o sabor cremoso e adocicado das papas combina perfeitamente com a doçura ácida das framboesas...

E, visualmente, digam lá se não ficam tão bonitas?!  Pois ficam!

Mais um pequeno almoço saudável...

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INGREDIENTES

5 colheres de sopa de flocos de aveia

120 ml de água

120 ml de bebida de côco (substituto do leite, mas usem o que preferirem)

4 a 6 framboesas

5 ou 6 mirtilos

1 pitada de canela

1 colher de sobremesa de mel (facultativo)

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 PREPARAÇÃO

Leve a água e o leite, juntos, num tachinho, ao lume. Quando estiverem bem quentes, pertinho de começar a ferver, adicione os flocos de aveia. Deixe-os cozinhar, vá mexendo para que não se peguem ao tacho. Quando o líquido tiver desaparecido quase todo, está quase.Mantenha o processo até a sua aveia adquirir uma textura cremosa ao seu gosto, o que de qualquer forma não deve acontecer antes de 8 a 10 minutos (pelo menos). Quando tal suceder, retire do lume. Polvilhe com canela, mexa e verta para a tigela. Se quiser, adicione o mel mas se optar por leite à base de côco não deve necessitar, já que ele é naturalmente adocicado. Mas isso quem decidirá será o seu palato!

Depois, é só dipôr a fruta por cima... e papar tudo!

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por Bom Garfo

Sábado, 07.04.18

Papas de aveia simples

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Estas são umas simples papas de aveia. Sabem-me a arroz doce! 

Super rápidas, nutritivas e... sem segredos! 

Bom pequeno almoço...

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INGREDIENTES

5 colheres de sopa de flocos de aveia

110 ml de água

110 ml de bebida de côco (substituto de leite, este dá óptimo sabor mas podem usar o que desejarem)

1 casca de limão

1 boa pitada de canela

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PREPARAÇÃO

Posso alterar a quantidade de líquido para a mesma dose de flocos, vario consoante me apetece... Com mais líquido, as papas ficam mais cremosas...

Vamos à receita, facílima...

Leve a água, o leite e a casca de limão, juntos, num tachinho, ao lume. Quando estiverem bem quentes, pertinho de começar a ferver, adicione os flocos de aveia. Deixe-os cozinhar, vá mexendo para que não se peguem ao tacho. Quando o líquido tiver desaparecido quase todo, está quase.Mantenha o processo até a sua aveia adquirir uma textura cremosa ao seu gosto, o que de qualquer forma deve demorar entre 8 a 10 minutos. Quando tal acontecer, retire do lume. Polvilhe com canela, mexa e verta para a tigela. 

Sinceramente, como o "falso" leite de côco é bastante adocicado (mais do que o de amêndoa), eu não senti necessidade de adicionar qualquer adoçante, tipo mel ou... Mas, isso ficará ao seu critério, obviamente. 

 

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por Bom Garfo

Terça-feira, 27.03.18

Flan parisience (tarte de nata)

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Deve ser difícil encontrar quem não goste desta tarte clássica, cuja receita veio da França (como o próprio nome indica).

Tem um sabor simples e docinho (o rum dá-lhe um travozinho muito especial), uma textura aveludada e cremosa.

Fiz numa tarteira grande. Ficou altinha, mesmo como eu gosto!

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INGREDIENTES

Para a massa:

200 gr de farinha

80 gr de manteiga amolecida

1 gema

1 pitada de sal

Para o recheio:

300 gr de açúcar

150 gr de farinha maisena

3 ovos

1 l de leite

400 ml de natas (=2 pacotinhos)

30 ml de rum

2 colheres de chá de essência de baunilha

2 paus de canela

Para calda:

2 c de sopa mal cheias de açúcar 

água q.b. para cobrir o açúcar num tachinho pequeno

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PREPARAÇÃO

Comecei por preparar a massa: coloquei a farinha e a manteiga amolecida numa tigela e misturei-as com as pontas dos dedos. Aos poucos, fui adicionando 60 ml de água gelada, juntei a gema e a pitada de sal (se usarem manteiga com sal, porque a receita não especifica, não ponham ou então ponham uma mini pitada de sal), amassei um pouco e moldei uma bola. Tive atenção para não trabalhar demasiado a massa, para que ela não se tornasse muito elástica. Embrulhei-a em película aderente e levei ao frigorífico por 1 hora.

Untei a tarteira com spray e forrei-a com papel vegetal. Passado aquele tempo, estendi a massa e forrei com ela a tarteira. Piquei a superfície com um garfo e reservei.

Fiz o recheio... Bati os osvos com o açúcar. Adicionei a farinha maisena, sem parar de mexer, bem como o leite e as natas. Depois, juntei a baunilha e os paus de canela, transferi para um tacho e levei a lume brando. Bati com uma vara de arames até começar a ferver e o creme a engrossar. Retirei do lume, tirei-lhe os paus de canela. Adicionei o rum, mexi e deixei arrefecer.

Verti o preparado na tarteira, por cima da massa, e levei ao forno pré-aquecido a 200ºC. durante aproximadamente 1 hora. Então, retirei a tarte do forno, deixei arrefecer. 

Entretanto, fiz a calda para pincelar a tarte, para ela ficar brilhante e bonita... Levei o açúcar com a água num tachinho ao lume e esperei que o primeiro se dissolvesse completamente. Quando isso aconteceu, desliguei o lume e, com a ajuda de um pincel, pincelei o topo da tarte.

Levei-a ao frigorífico até servir. Gosto dela fresquinha...

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por Bom Garfo

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