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BOM GARFO

Na minha cozinha... Simples e experimental... Colorida e divertida... Nascem sabores para degustar, para alegrar a família e os amigos... e para partilhar com quem seja Bom Garfo:)

BOM GARFO

Na minha cozinha... Simples e experimental... Colorida e divertida... Nascem sabores para degustar, para alegrar a família e os amigos... e para partilhar com quem seja Bom Garfo:)

12
Abr19

Queijo, doce de abóbora e noz

Bom Garfo

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Requeijão (ou queijo fresco, neste caso, porque prefiro) com doce de abóbora e nozes é sempre uma sobremesa a ter em conta. Afinal, é doce o suficiente, simples, rápida e agradável. Não dá qualquer trabalho. Basta ter os ingredientes à mão. Costumo ter sempre uma compota de abóbora (de preferência sem aditivos, conservantes e bla bla) e um pacotinho de nozes. Depois, é só comprar uns queijinhos frescos ou requeijão e fazer a festa! Garante um suave final à refeição...

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INGREDIENTES

queijo fresco ou requeijão q.b. (prefiro queijo fresco, apesar do tradicional ser o requeijão)

doce de abóbora simples (o mais natural possível, sem aditivos, conservantes e açúcar adicionado)

miolo de nozes q.b.

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PREPARAÇÃO

De preferência, monte os pratinhos de sobremesa apenas na hora de servir. O queijo fresco, mesmo depois de escorrido, vai largando alguma água. Por isso, é melhor fazer a sobremesa no fim.

Corte o queijo fresco em fatias (ou o requeijão). Coloque 3 ou quatro por prato. Por cima, deite-lhes umas colheradas generosas de doce de abóbora. Polvilhe com nozes partidas à mão em pedacinhos. Termine, enfeitando o prato com algumasnozes inteiras. Já está!

NOTA: Também pode utilizar doce de abóbora com nozes, em vez de doce de abóbora simples, se preferir. 

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18
Fev19

Pavlova de frutos vermelhos, chantilly e doce de ovos

Bom Garfo

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E como o prometido é devido, continuo a publicar as receitas do meu Dia dos Namorados...

A Pavlova - doce feito com base de suspiro, coberto com chantilly e/ou doce de ovos, chocolate, frutas, etc., tudo o que nos apetecer - está na moda. Entram-nos pavlovas pelos olhos adentro nas revistas, nos programas televisivos de culinária e até nos blogs. Eu gosto de suspiros mas, confesso, não me fazem suspirar o suficiente para engordar. Contudo, noutro dia, num lanchinho com amigas, acabei a escolher uma fatia de bolo "Pavlova" e admito... Rendi-me! Só me apetecia comer o bolo todo!!!! Foi um esforço ficar-me só pela fatia, foi mesmo precisa muita força de vontade. Percebi porque as pavlovas estão por todo o lado: são uma combinação genial, caramba! Tão leves, doces q.b., desfazem-se na boca... Hum, são um pedaço do céu na boca... Assim sendo, quis dar o paraíso ao "namorado"! Fui amorosa! E consegui, ele ficou com o palato no céu com esta Pavlova recheada com chantilly, doce de ovos, morangos, framboesas, amoras e mirtilos !!! Ele e os rebentos... claro!

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INGREDIENTES

Para a massa de suspiro:

4 claras de ovos xl

220 g de açúcar

2 c de chá de farinha maisena

2 c de chá de vinagre de vinho branco

papel vegetal e compasso

Para o recheio e cobertura:

doce de ovos q.b (aproveitei as gemas, até porque estraguei alguns ovos até acertar na pavlova e fiz este cuja receita podem ver aqui https://bomgarfo.blogs.sapo.pt/doce-de-ovos-para-cobertura-ou-recheio-52989...)

*2 pacotinhos de natas (=400 ml)

*5 c de sopa de açúcar

*2 folhas de gelatina incolor

*1 c de chá de baunilha

morangos, framboesas, mirtilos e amoras q.b.

raspas de chocolate negro q.b.

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PREPARAÇÃO

Comecei por desenhar um círculo com um diâmetro de 24 cm numa folha de papel vegetal. Coloquei a folha (com o lado do desenho para baixo) num tabuleiro. Reservei.

Pré-aqueci o forno a 150ºC, bastou-me quando comecei a fazer a massa de suspiro.

Bati as claras em castelo até ficarem firmes e depois adicionei, colher de sopa a colher de sopa, o açúcar, sem nunca parar de bater, até obter um merengue espesso e brilhante. De seguida, desliguei a batedeira. Acrescentei o vinagre e a farinha e envolvi bem com a colher de pau, em gestos suaves de baixo para cima. Não mexi demasiado.

Verti a massa, com o formato de um monte, dentro do desenho do círculo, de modo a preencher o dito. Depois, muito gentilmente, com uma espátula, cavei um pouco o centro, como se estivesse a construir um ninho. Um ninho que, mais tarde, iria rechear com coisas boas e doces!!!

Levei, com muita fé, a massa de suspiro ao forno. Coloquei-a no meio (é um meio ligeiramente mais abaixo) do forno, o mesmo sítio em que sempre coloco os bolos.

Como o meu forno só começa nos 150ºC e aquece bem, pelos vistos, pus-lhe uma colher de pau na porta, e deixei cozer a bela Pavlova durante 1h30m. Chegado esse momento, simplesmente desliguei o forno. Não abri mais a porta do que estava nem fechei, durante algumas 5 horas, até estar super arrefecida. A ideia é a Pavlova ficar bem sequinha, crocante por fora e cremosa por dentro e foi exatamente o que obtive! Uma Pavlova branquinha como a neve!

Depois disso ter acontecido, tratei do doce de ovos. Podem ver a receita aqui (https://bomgarfo.blogs.sapo.pt/doce-de-ovos-para-cobertura-ou-recheio-52989).

E fiz o chantilly, batendo as natas, quando essas já estavam meio firmes adicionei o açúcar e baunilha e bati até obter a espessura esperada. 

De seguida, transferi a Pavlova para um prato de servir e comecei a recheá-la, vertendo colheradas (quase de forma artística, como se estivesse a pintar um quadro) de doce de ovos (só pouco mais de metade do doce que calculei utilizar). Reservei o restante, por instantes. Agarrei no chantilly e "despejei-o" literalmente (mas com cuidado, suavemente) por cima. Já tinha cortado os morangos em pedaços antes, assim, salpiquei toda a Pavlova com eles... até que chegou a vez das amoras, dos mirtilos e das framboesas... Voltei a "salpicar" a Pavlova com colheradas artísticas de doce de ovos e, por último, com umas raspinhas pequeninas de chocolate negro, que fiz com um descascador numa tablete daquelas de culinária (o equivalente, provavelmente a dois quadrados). 

Servi, orgulhosamente!!! Apaixonadamente, se preferirem...

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NOTA IMPORTANTE: As pavlovas são fáceis e simples de fazer mas nem sempre resultam. E o problema até pode não ser nosso, mas do nosso forno. Já explico... Elas têm que ser cozidas a uma temperatura bem baixa e existem fornos - como o meu - que não conseguem descer tanto (o meu começa nos 150ºC) e também outros tantos que podem estar desregulados. Nunca temos a certeza. Eu só acertei à terceira vez! Não estou nada arrependida de ter sido teimosa como boa taurina que sou! Desta vez a teimosia deu pavlovas! É que meti na cabeça que era isto que me apetecia fazer e dali não saí... Ahahaha! Ok, eu pus o forno a 150ºC como mandam a maioria das receitas mas não funcionou... Da primeira vez, o forno desligou-se sozinho, sem mais nem menos, ele tem essa mania, e lá foi a Pavlova para o lixo, desmoronada... Da segunda vez, o forno aguentou-se mas passado 20 minutos, pelo vidro, percebi que ela estava a perder o formato... Até que lá tive que a deitar para o lixo também, liquidificada... E agora qual foi o problema? Fiz tudo bem! Pré-aqueci o forno a 180ºC e baixei para 150ºC quando lá a coloquei... Então, cheguei rapidamente à conclusão que ele deve ser mais quente do que parece... além disso, descobri que as senhoras mais idosas diziam que os suspiros deviam ser cozidos a 100ºC, então pensei que tinha que baixar mais a temperatura. Pré-aqueci o forno a 150ºC em vez de a 180ºC (e por menos tempo), e como o mínimo do meu forno é exatamente essa temperatura, coloquei a Pavlova a cozer assim, mas pus uma colher de pau na porta do forno, para que perdesse calor. E a magia fez-se! Depois, já sabem, cozem a dita por 1h30m e desligam o forno mas não o abrem, nem a tirem de lá por horas. Qualquer variação brusca de temperatura irá arruiná-la. Ou seja, a Pavlova tem que arrefecer completamente no forno! Por isso, muitas pessoas as fazem de noite e só abrem o forno no dia seguinte... Ou então de manhã e só a tiram à tarde, se for para servir num jantar... Ficou maravilhosa! Agora, posso fazer todas as pavlovas que tenho na cabeça... 

* Fiz o chantilly com 2 pacotinhos de natas, açúcar e 2 folhas de gelatina, mas para a próxima vou fazer com 1 pacote de natas e 1 embalagem de queijo mascarpone, as 5 c de sopa de açúcar e a c de chá de baunilha (que é um creme que já fiz várias vezes e acho que fica com uma consistência melhor para a Pavlova)

16
Fev19

Doce de ovos para cobertura ou recheio

Bom Garfo

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 Aqui fica a receita do creme de doce de ovos que tanto serve para cobertura e recheio de bolos como para complemento de outros doces que se comem à colher. Pode adaptar a receita, em termos de quantidades, às vossas necessidades.

Uma delícia...

 

INGREDIENTES

6 gemas grandes

150 ml de água

125 gr de açúcar

1 colher de chá de baunilha

 

PREPARAÇÃO

Levar ao lume a água com o açúcar, até ficar tudo diluído e fazer bolhinhas. Ou seja até atingir o ponto de pérola forte, o que deve acontecer após ter entrado em ebulição e fervido durante 5 minutos, mais ou menos.

Apagar o lume.

Deixar arrefecer quase por completo.

À parte, bater as gemas.

Levar tudo junto (a água açucarada e as gemas) novamente ao lume (brando), até começar a engrossar. Sempre a mexer!

Apagar o lume.

Juntar a baunilha e mexer. 

Pronto!

Aplique o doce onde desejar, em bolos, em sobremesas...

Para fazer quantidades maiores, basta aumentar a receita, "basta fazer as contas".

20
Jan17

Cheesecake Deluxe de Oreo

Bom Garfo

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Este cheesecake é uma nova experiência e, sem dúvida, para repetir várias vezes. Absolutamente, divinal!

Vi a receita na TV e não sosseguei enquanto não o fui fazer. É daqueles pecados que nos faz "salivar" literalmente.

Assim, fez parte da minha mesa deste Natal. Foi aprovadíssimo por todos!

Na minha mesa de Natal a tradição é sempre polvilhada com algumas novidades. Na Consoada,não faltam o bacalhau cozido com todos (batata, cenoura, ovo, couve portuguesa, couve lombarda ou coração de boi, bróculos e grão) - e aqui não há variação possível -, bolo inglês, filhós de abóbora à moda de Trás-os-Montes, fatias douradas (ou rabanadas, como lhes queiram chamar), bolo de frutas, ananás com vinho do Porto... Depois, vario nas entradas (que tanto podem ser patés diversos, como outros petiscos), faço sempre 1 ou 2 doces de colher (geralmente é leite creme e/ou mousse de chocolate) e mais 2 bolos à minha escolha... Neste último Natal fiz bolo de citrinos com lemon curd e este belíssimo cheesecake... E, a par das filhós, foi a estrela da mesa!

Desculpem as fotos não serem as melhores mas estava cheia de pressa e no dia de Natal não tive tempo para fazer melhor... :)

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INGREDIENTES

Para a esponja de chocolate:

175 gr de tablete de chocolate negro de culinária

150 ml de água

110 gr de manteiga sem sal

2 ovos

200 gr de açúcar 

200 gr de farinha

1 colher de chá de fermento em pó

1 colher de chá de baunilha

Para o creme de recheio:

6 folhas de gelatina

100 ml de natas (= meio pacote)

400 gr de queijo Filadelphia 

150 gr de açúcar

100 ml de iogurte grego

2 claras

8 bolachas Oreo partidas em pedaços

Para a cobertura + decoração:

150 gr de açúcar mascavado

100 ml de natas (= meio pacote)

25 gr de manteiga fria

algumas bolachas Oreo (usei 5, mas pode usar as que quiser)

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PREPARAÇÃO

Comece por fazer o bolo (ou esponja de chocolate).

Derreta o chocolate com a água e manteiga.

À parte, bata os ovos com o açúcar. Depois, adicione o chocolate derretido e misture bem. Junte a farinha e o fermento. Por último, a baunilha. Incorpore tudo e leve numa forma untada e forrada com papel vegetal, redonda (sem buraco) de 23 cm, ao forno, a 160ºC, por cerca de 45 minutos (ou o tempo que precisar, consoante o seu forno). Deixe arrefecer e desenforme.

Corte o bolo em duas metades e reserve.

Agora, faça o recheio... Derreta a gelatina em água. 

Leve as natas ao lume até aquecerem, vá mexendo com um fouet, e acrescente a gelatina até esta ficar completamente dissolvida (sem grumos). Deixe arrefecer. Entretanto, noutro recipiente, bata o queijo creme com açúcar e, depois, adicione as natas com a gelatina. Bata as claras em castelo e incorpore-as suavemente no preparado. Por fim, junte as bolachas Oreo partidas em pedaços pequenos e envolva tudo com delicadeza.

Volte a colocar a parte debaixo do bolo na forma (usei uma com fundo amovível), verta este recheio por cima e cubra com a outra metade do bolo. Leve ao figorífico por cerca de 6 horas.

Agora, vamos para a última etapa...  Pelo meio...Faça a cobertura de caramelo...

Leve o açúcar ao lume, até dourar. Junte a manteiga e mexa. Por fim, acrescente as natas e incorpore tudo muito bem. Deixe arrefecer.

Cubra o bolo (já frio) com o caramelo e leve de novo ao frigorífico, até servir.

Quando for servir, decore com as bolachas Oreo que reservou para o efeito.

Vendo assim a receita pode parecer interminável, mas é fácil,a sério! E o resultado é excelente:)

 

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